Lúcifer da Netflix fez orgia com Calígula e ‘matou’ Elvis Presley

No universo da série, o diabão interpretado por Tom Ellis deixou a marca ao lado de personalidades da história

Publicado em 14/09/2021 05:00
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No universo da série Lucifer, o diabão vivido por Tom Ellis conheceu pessoas famosas da história da humanidade e testemunhou eventos fora do usual, como ver de perto a cerimônia do brit milá (corte do prepúcio) de Sigmund Freud (1856-1939). Nas peripécias na Terra, o anjo das trevas chegou a fazer orgia com Calígula (12-41) e foi cúmplice da “morte” de Elvis Presley (1935-1977).

Os causos contados por Lúcifer deram ainda mais leveza para a comédia dramática durante as seis temporadas de existência.

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Ele trouxe à memória pactos que fizera com algumas pessoas ou apenas lembrou momentos saudosos, como o que rolou com Freud, de acordo com a revelação feita pelo tinhoso na sexta e última temporada da série, lançada dia 10.

Nessa mesma leva, o diabo contou para a detetive Chloe Decker (Lauren German), enquanto visitavam um clube de mágicos, que ele fundou uma confraria do mesmo tipo com o russo Grigori Rasputin (1869-1916), que segundo o dito popular foi um curandeiro satânico.

Trem humano na orgia

Lúcifer nunca perdeu a oportunidade de compartilhar as aventuras sexuais diabólicas em que esteve. Uma delas foi com o imperador romano Caio Júlio César, mais conhecido como Calígula, famosíssimo por colossais surubas obcenas. O diabão esteve em uma delas, com outras 37 pessoas, no que ele chamou de “trem humano” –imagine essa cena como você preferir.

O personagem de Tom Ellis confessou que teve um envolvimento direto com a morte de Elvis Presley. A lenda de que o cantor não morreu é verdade na trama. No caso, Lúcifer ajudou Elvis a fingir que morreu e deu a ele uma nova identidade. Só o satanás da ficção sabe realmente onde o ícone da música vive.

Fora isso tudo, o belzebu foi amigo do faraó Tutancâmon (1346 a.C-1346 a.C), passou um tempo com o conquistador Átila, o huno (406-453) e deu dicas para William Shakespeare (1564-1616) escrever as obras mais influentes da literatura.

Era parceiro de Napoleão (1769-1821), a ponto de ganhar um presente, e passou por uma tortura dos infernos ao ter que aguentar ouvir os gritos de desespero do tirano Adolf Hitler (1889-1945).


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