2 and a half men
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É possível afirmar que Dois Homens e Meio (Two and a Half Men) foi uma das maiores séries norte-americanas dos últimos anos, contando por 12 temporadas a história de dois irmãos, Charlie (Charlie Sheen) e Alan (Jon Cryer) Harper; respectivamente um rico mulherengo e um falido por conta de uma separação.

Porém, a mesma teve dois caminhos. O primeiro com Charlie Sheen e o segundo com Ashton Kutcher. A discussão sempre acaba ocasionando guerra entre fãs sobre qual foi a melhor, mas infelizmente agora não é tempo para discutir sobre, já que na última terça-feira (13) a atriz Conchata Ferrell, conhecida por interpretar Berta, acabou falecendo.

Nesse jornada de bons momentos do seriado, o ScreenRant listou os 10 melhores. Confira:

A morte de Charlie

Cedo ou tarde teríamos de falar de um dos momentos que chocaram os fãs do seriado, que foi a saída do ator Charlie Sheen. Além do alto cache (2 milhões por episódio), o ator se envolvia frequentemente com garotas de programa, drogas, e não suficiente, fez comentários atacando o produtor da série, Chuck Lorre.

Como resposta a Sheen, o produtor fez com que o personagem Charlie Harper fosse a óbito, esmagado por seu próprio piano na 12ª temporada (porém até o acidente não víamos o personagem desde o final da oitava).

Harper e Chelsea

Falando também novamente do personagem, só que agora numa proporção “menos esmagadora”, todos fãs tem noção de que Harper é um mulherengo ao longo das temporadas. E precisamente na sexta temporada, ao estilo Jorge & Mateus, o personagem “sossega” quando conhece Chelsea Melini (Jennifer Taylor), que acaba mudando todo rumo de sua vida.

O relacionamento encanta durante as temporadas que decorre, porém devido ao estilo de vida ambos, infelizmente acaba não prosseguindo, fazendo com que Harper voltasse a ser o mulherengo que era.

A chegada de Ashton Kutcher

Um dos divisores de águas, tanto a série, quanto para os fãs é a entrada de Ashton Kutcher como Walden Schmidt. O ator foi escalado para substituir Charlie Sheen, porém não obteve o mesmo sucesso que o mesmo.

Com dificuldades no pagamento da hipoteca da casa, antes bancada por Charlie, Alan coloca a casa para venda. É aí que o personagem de Kutcher entra, permitindo que Alan e Jake ainda permaneçam no local, se tornando grandes amigos.

A filha de Charlie

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Dado fato que Charlie sempre foi um mulherengo ao longo das temporadas, em algum momento ocorreria de ter fruto de seus relacionamentos, é aí que surge Jenny Harper (Amber Tamblyn).

A personagem aparece no decorrer da 11ª temporada buscando se relacionar com seu pai, porém no momento todos acreditavam que Charlie havia morrido atropelado por um metro na França, então a mesma acaba não tendo sucesso em sua busca de reatar os laços paternais.

Adotamos um bebê

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Numa vibe a lá “Eu vos delacro marido… e Larry“, de Adam Sandler e Kevin James, Walden e Alan fingem ser um casal para poderem adotar um bebê, já que o personagem de Kutcher se sentia solitário, mesmo com Jake e Harper próximos.

A situação acaba de forma inusitada, no qual eles acabam se “separando”, e mesmo tendo adotado uma menino chamado Louis, Walden engata um relacionamento com a assistente social de adoção que os ajudava.

A reconciliação de Evelyn e Alan

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Evelyn (Holland Taylor) nunca foi uma mãe participativa na infância de seus filhos, isso fica implícito em seus encontros com Charlie, que resultam numa lista de comentários sarcásticos e críticos a vida de um ao outro.

Porém, logo após o suposto falecimento de Charlie, Alan e sua mãe começam a ter laços mais firmes, já que após o “acidente na França”, Alan passa a ser seu único filho. No fim, a suposta tragédia serve para que Evelyn mude sua postura e relação com Alan.

O novo relacionamento de Alan

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Um dos momentos mais surpreendentes do seriado é o relacionamento de Alan com Kandi (April Bowlby), ex-namorada de seu irmão. Após o término de seu casamento com Judith Harper (Marin Hinkle), que também resultou na falência de Alan, o mesmo conseguiu superar as dificuldades da ex-mulher e conquistou um novo amor.

Mas como sabemos, nem tudo na vida de Alan são flores, já que pouco tempo depois, o casal se separa porque ele não queria ter filhos. E com a ajuda de Judith, Kandi seduz o advogado de divórcio e também arranca a pensão de Jake. Alan revela no final que Kandi foi seu verdadeiro amor.

A terapia

Charlie e terapia não são duas palavras muito chegadas, porém surpreendentemente ambas se encontram no período em que Harper namora Chelsea. Tudo isso para que amadureça sua vida, buscando ser uma pessoa melhor.

O personagem começa a fazer terapia com a Dra. Linda Freeman (Jane Lynch), porém mesmo que as coisas não caminham como esperado, já que a mesma diz que Charlie tem problemas se relacionar por medo de ser gay, e devido a raiva de sua mãe.

Amizade é tudo

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Uma das surpresas com certeza é a amizade entre Herb Melnick (Ryan Stiles) e Alan. Após o término de Harper com Judith, sua ex-esposa acabou se casando com o pediatra de Jake.

Independentemente de Meinick se relacionar com sua ex que também o levou a falência, Alan parece não guardar ressentimentos de Herb, e no fim das contas ambos são bem amigos não existindo espaço para resquício de mágoas.

Berta se torna recorrente

Berta sempre será uma das personagens mais amadas da série, dado fato de seus comentários duros e cômicos. A faxineira da casa, no início não tinha uma aparição recorrente na série.

Porém com desenvolvimento de Two and a Half Men, Conchata Ferrell ganhou o fãs pelo carisma, se tornando um grande trunfo a história. Tendo mais aparições e tempo de tela, a personagem foi uma das únicas que seguiu no seriado até seu fim, em 2015.