Entenda para que servem as dimensões paralelas de Star Trek: Discovery

Publicado em 08/05/2020 18:08
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Star Trek: Discovery mostrou uma reviravolta chocante em sua 1ª temporada, com o capitão Gabriel Lorca (Jason Isaacs) se transformando em um doppelganger maligno do Universo Espelhado.

Como os fãs da série saberão, porém, a 1ª temporada mudou muito ao longo da produção devido ao co-criador Bryan Fuller ter deixado o projeto. Acontece que a reintrodução do Universo Espelhado era um de seus conceitos, mas ele pretendia usá-lo originalmente para explorar um tema arrojado e diferenciado.

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Fuller esteve recentemente conversando com Robert Meyer em um episódio recente de seu programa Robservations no YouTube e falou sobre a série

“Então, havia algo nos erros cometidos por Burnham em Battle of the Binary Stars que teve essa ondulação, mas o Universo Espelhado sempre foi concebido para ser uma exploração de um pequeno passo em uma direção diferente. Portanto, não era necessariamente o Universo Espelho que conhecemos de todas as outras séries”, disse Fuller.

“Era algo que estava mais próximo da nossa linha do tempo e experiência, para que você ainda possa reconhecer o ser humano e pensar: ‘O que eu fiz? Como isso pareceu uma boa decisão para mim naquele momento e como eu continuo com minha vida em frente?’ E tudo foi uma espécie de extrapolação disso”, continuou.

“Então, havia coisas em que eu queria que no Universo Espelhado funcionassem em uma exploração narrativa do tipo ‘Ah, merda, se eu não fizesse uma coisa dessas, tudo seria melhor’. Então, esse é o tipo de objetivo”.

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