Michaela Coel como Arabella em I May Destroy You (Fonte: Reprodução)
Michaela Coel como Arabella em I May Destroy You (Fonte: Reprodução)

O sucesso de Michaela Coel nos EUA é amplamente creditado à Netflix. O streaming foi o distribuidor doméstico de sua aclamada série de comédia, Chewing Gum, pela qual Coel ganhou um BAFTA de Melhor Performance Feminina em um Programa de Comédia.

Mais tarde, ela ainda apareceu em um episódio vencedor do Emmy de Black Mirror, USS Calister, liderou Been So Long, longa-metragem musical, e viu sua série dramática Black Earth Rising ser distribuída pela Netflix fora do Reino Unido em 2019.

A história de Coel com a Netflix fez do streaming um destino natural para os seus próximos projetos. Portanto seria de se esperar que I May Destroy You, sua mais recente série, fosse para o catálogo da gigante do streaming. Mas a criadora se negou de um acordo milionário com a empresa.

Em uma conversa com a Vulture, Coel revela que a Netflix fez uma oferta para I May Destroy You em 2017, no valor de US$ 1 milhão. Coel recusou a oferta do streaming porque a empresa não permitiria que ela retivesse qualquer porcentagem dos direitos autorais.

Coel disse a Vulture que tentou negociar com “um executivo de desenvolvimento de nível sênior da Netflix” para reter “pelo menos 5% dos direitos autorais”. De acordo com Coel, “houve apenas silêncio no telefone.

“E ela disse: ‘Não é assim que fazemos as coisas aqui. Ninguém faz isso, não é grande coisa'”, Michaela revelou ouvir em resposta. “‘Eu disse:’ Se não é grande coisa, eu realmente gostaria de ter 5% dos meus direitos'”.