Aruanas é destaque no Washington Post em novas críticas ao governo Bolsonaro

Publicado em 01/08/2019 22:19
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A série Aruanas, recentemente lançada pela Globoplay, foi novamente destaque em um site estadunidense para falar sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro. Dessa vez, a publicação foi do Washington Post.

A publicação

Portanto, comparando a série com as novelas brasileiras, na qual a Rede Globo encontra notável destaque no cenário nacional, o Post ressalta a disputa pelo controle da Amazônia.

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“Tem o glamour, traição e trama fina de qualquer novela, mas o tom ativista de ‘Aruanas’, o mais recente drama que toma conta do Brasil, é inegável. Os produtores da mais nova série de televisão do país, que estreou este mês para uma audiência de 23 milhões de pessoas, esperam trazer a luta mortal pelo controle da Amazônia para salas de estar em todo o país”, coloca.

Decerto, a publicação ainda elogia a série. Mas não deixa de notar que ela não é única em um aspecto: criticar o governo de Bolsonaro.

“Agora, vários shows estão direcionando seu foco – e o de suas dezenas de milhões de espectadores – na agenda do presidente Jair Bolsonaro”.

Governos anteriores

Além disso, o artigo relembra que não foi só o governo de Bolsonaro que sofreu críticas pelo audiovisual brasileiro. A novela Mulheres Apaixonadas, de 2003, é lembrada por trazer uma “crônica de abuso doméstico contra um conjunto de avós”, dizendo que “isso levou a uma lei protegendo os direitos dos idosos”.

Cheias de Charme, de 2012, por oferecer “uma visão compreensiva da vida das empregadas domésticas brasileiras” e questionar “algumas das práticas aceitas no país em relação a férias e pagamento”, colocando que “no ano seguinte, o Congresso aprovou o primeiro conjunto de leis destinadas a estabelecer condições justas para os trabalhadores domésticos”.

As reações de Bolsonaro e seus apoiadores

Ainda segundo a publicação, “em sua primeira semana no cargo, ele (Bolsonaro) retratou ativistas ambientais como hippies dispostos a sacrificar o progresso econômico para salvar as árvores. Em seu segundo dia no trabalho, ele aprovou um decreto para monitorar organizações não-governamentais. Seu chefe de gabinete sugeriu que as ONGs eram agentes estrangeiros, tentando preservar a Amazônia para que seus governos pudessem explorar seus recursos”.

O site ainda revela que comentaristas nas redes sociais chamaram o programa de “lixo ativista” e “inimigo do Brasil”. Então cita o site Agência Caneta, o descrevendo com um site nacional de direita:

“Tão confuso com a forma como as pessoas se convencem disso. Vocês não vão influenciar ninguém”, coloca o Post como declaração do site brasileiro. Certamente vale lembrar que a Variety já havia falado sobre questões parecidas.

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