Sexo em La Casa de Papel: veja as 5 cenas mais picantes da série

Drama espanhol sensação na Netflix é recheado de momentos íntimos ardentes

Publicado em 27/8/2021
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Série de língua não inglesa mais famosa do mundo, La Casa de Papel tem tudo o que uma trama popular precisa: ação de tirar o fôlego, suspense de roer as unhas e cenas picantes de sexo, lógico. A orientação do Professor (Álvaro Morte) de não se envolver em relações amorosas não foi cumprida, nem por ele nem pelos soldados da gangue. 

A volúpia pulsa em La Casa de Papel. E não tem limites para a intimidade carnal, seja no banheiro da Casa da Moeda ou em um monastério. Enquanto o volume um da parte cinco não chega, programado para ser lançado na Netflix na próxima sexta (3), relembre cinco momentos de pura lascívia no drama espanhol.

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Cenas de sexo em La Casa de Papel

Miguel Herrán e Úrsula Corberó na primeira temporada de La Casa de Papel (Reprodução/Netflix)

No banheiro (sétimo episódio da parte um)

A execução do assalto na Casa da Moeda da Espanha estava a todo o vapor. Um flashback (acontecimento do passado) mostrou Tóquio (Úrsula Corberó) e Rio (Miguel Herrán) dentro da instituição investigando o lugar, como posicionamento de câmeras e coisas do tipo. A saidinha deles do esconderijo foi além do trabalho sujo.

Dentro do banheiro, os dois fizeram um sexo selvagem, principalmente por parte de Tóquio. Nesse dia, a ladra soube da morte da mãe e, após o coito, compartilhou com o namorado uma história da infância, sobre o poder de uma porta mágica que a progenitora lhe ensinou.

Jaime Lorente com Esther Acebo; o prazer da paixão proibida (Reprodução/Netflix)

No cofre (11º episódio da parte um)

A Casa da Moeda estava há 57 horas sob o domínio dos assaltantes de La Casa de Papel. Uma das reféns, a secretária Mónica (Esther Acebo), teve a vida poupada por Denver (Jaime Lorente). O bandido a colocou dentro de um cofre e passou a cuidar da vítima.

Em uma das visitas para levar alimentos à refém, os dois se beijaram, depois de iniciativa de Mónica. A entrega ao sexo foi total, em uma cena com nudez e que durou mais de um minuto, com trilha sonora erótica e tudo mais. Ao final, Denver acendeu um cigarro esbanjando satisfação, abraçado por uma contente Mónica.

Esther Acebo e Jaime Lorente em La Casa de Papel; pegos no flagra (Reprodução/Netflix)

No cofre, de novo (12º episódio da parte um)

Poucas horas depois, Mónica e Denver estavam (bem) mais à vontade, embora tudo ali fosse um segredo. Eles acreditavam que o cofre fosse um lugar tão seguro que agiram como se estivessem em um quarto de motel. Fizeram um sexo vibrante, em pé, completamente nus.

O tesão era tanto que tiveram o descuido de deixar a porta do cofre um pouquinho aberta. E Mónica gemia alto. Helsinki (Darko Perić) e Arturo (Enrique Arce), este ex-amante da loira, passeavam perto do cofre, ouviram o barulho e pegaram os pombinhos no flagra. De fato havia ali na relação uma evidência da Síndrome de Estocolmo, por isso quando Mónica passou de refém a assaltante em La Casa de Papel, foi batizada com o nome da capital sueca.

Miguel Herrán e Úrsula Corberó; apaixonados em uma ilha (Reprodução/Netflix)

Na ilha (sétimo episódio da parte três)

Desde o início, La Casa de Papel usou Tóquio e Rio para serem o casal principal da trama. Assim, o telespectador teve de aguentar as idas e vindas desse relacionamento ora fervoroso, ora frio. O fim chegou durante o assalto ao Banco da Espanha, na segunda temporada, após o jovem viver dias de tortura na mão da polícia.

Rio resolveu terminar o namoro, por falta de compatibilidade. Tóquio, a narradora da série, não recebeu bem a recusa. Ela relembrou os bons momentos que tiveram no Panamá, na ilha paradisíaca Guna Yala. Lá, eles fizeram amor de todos os jeitos, como ao ar livre durante o pôr do sol. Essa foi a última transa do casal, evocada com lamentação pela ladra.  

Itziar Ituño com Álvaro Morte na parte três de La Casa de Papel (Reprodução/Netflix)

No monastério (sétimo episódio da parte três)

O danadinho do Professor cedeu aos desejos do coração e se entregou em um romance improvável, com a policial Raquel (Itziar Ituño). Era o sequestrador de mãos dadas com a inspetora que o perseguiu durante o levante na Casa da Moeda. Na segunda temporada, Raquel virou Lisboa, parte integrante do bando no ataque ao Banco da Espanha.

Tarado por estratégias, o Professor estava pronto para repassar um plano de fuga com a companheira, quando ela o surpreendeu vestindo uma lingerie sexy. O intelectual queria deixar o papo de lado, mas a policial pediu que explicasse o esquema sem interrupção, enquanto ela dava-lhe carinhos íntimos. Isso dentro de um monastério, o segundo QG do bando.

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