My Name: k-drama policial da Netflix economiza na bala e empolga com lutas

Atração entre as séries mais vistas da plataforma apresenta uma boa narrativa de vingança

Publicado em 22/10/2021 08:00
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Novo k-drama da Netflix, a produção policial My Name empolga com uma narrativa de vingança palpitante, recheada de lutas de tirar o fôlego e econômica nas balas. Figura constante entre as cinco primeiras colocadas no top 10 de séries na plataforma desde a estreia há uma semana, a atração sul-coreana convida a pessoa telespectadora a adentrar em um mundo banhado de sangue, solidão, luto e fúria.

As sequências de lutas espetaculares se destacam como o trunfo de My Name. Cada episódio tem uma cena do tipo, trocações de socos e chutes bem coreografadas, flagradas por um jogo de câmeras que insere o público no núcleo da ação, capaz até de sentir o suor dos combatentes.

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Os embates de My Name

Com 17 anos completados, a jovem Yoon Ji-woo (Han So-hee) lidera o enredo do drama. Em uma escola só para mulheres, ela é marginalizada por ter um pai fugitivo, um dos homens mais procurados da Coreia do Sul. Vítima de bullying, as “coleguinhas” de classe lhe importunam, chamando-a de “filha de mafioso.

O primeiro acesso de fúria de Ji-woo se da ali mesmo, na sala de aula. Ela gasta todo o repertório de artes marciais, resultado de treinos que renderam troféus e medalhas. Uma por uma, ela acaba com as rivais enquanto faz um estrago na escola.

Eis o cartão de visita de My Name. Os confrontos desenrolados ao longo dos episódios são na base do tête-a-tête. Para sair vencedor, quem está no combate tem de se mostrar mais ágil, forte e preciso. Armas de fogo quase não têm vez. Por outro lado, facas e porretes estão à disposição.

Han So-hee é a protagonista de My Name (Reprodução/Netflix)

Treino na academia

A vida de Ji-woo desmorona em 2016 quando o pai dela é assassinado. Para agravar a situação, ela ouviu o disparo do tiro e olhou de relance o autor do crime, vestindo uma blusa com capuz. A jovem passa a ter um único objetivo: descobrir a identidade do atirador e matá-lo.

Ji-woo conhece Choi Mu-jin (Park Hee-soon), um homem que se diz muito amigo do pai dela. Os dois ficam próximos e ele a leva para uma academia na qual homens são treinados de olho em trabalhos no mundo do crime.

A adolescente saiu de uma escola só de mulheres e entrou em um alojamento cercado de homens marginais. Mais uma vez, Ji-woo tem de usar a força e a luta para sobreviver, incluindo se livrar de um estupro.

Em um dos grandes momentos de My Name, todos os integrantes da academia clandestina lutam entre si, testemunhados por Mu-jin. Dali, só uma pessoa sai vencedora, aquela que não desmaiar e ficar de pé por último.

A novata vence o duelo brutal e passa a ser uma protegida de Mu-jin, que é um traficante de drogas poderoso, escondido na fachada de dono de uma rede de hotel. Ele se propõe a ajudá-la na jornada de vingança para encontrar o assassino do pai e a coloca na polícia. Segundo ele, o alvo está dentro da corporação.

My Name dá um salto até 2021 e introduz a partir desse ponto a investigação policial, dentro ou fora da lei, de Ji-woo. Todas as peças estão postas na mesa, de pessoa infiltrada na polícia ao suspeito de matar um homem a sangue frio. 

O público se depara com a expectativa de quem vai piscar primeiro. E espera a conclusão se os mocinhos são aqueles que somente aparentam ser, assim como o descortinar de traições.


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