Cinco motivos para assistir Stargirl, a melhor série de herói da atualidade

Atração disponível no streaming HBO Max conta com efeitos especiais de alto nível e tem clima de cinema

Publicado em 20/09/2021 18:28
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Vilania clássica, efeitos especiais de cinema, lutas de tirar o fôlego. Esses são alguns dos motivos que fazem de Stargirl ser a melhor série de herói da atualidade. Disponível no streaming HBO Max, a atração não tem a obrigação de brigar por prêmios ou satisfazer críticos supostamente refinados. Ela é uma ótima opção de entretenimento, em todos os sentidos. E isso basta.

O episódio mais recente, o sexto da segunda temporada, carimbou o status de Stargirl. Durante dez minutos, a série mostrou sem parar combates eletrizantes entre os heróis e vilões da narrativa. A sequência épica muito bem executada deixaria orgulhosa qualquer produção cinematográfica da Marvel ou da DC.

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A HBO Max lança episódios inéditos de Stargirl sempre às quintas; o desta semana será o sétimo da segunda temporada. A primeira leva contou com 13 capítulos.

Cinco motivos para ver Stargirl

Estrutura simples

Séries de herói como Supergirl (politizada), Luke Cage (combate ao racismo) ou Jessica Jones (empoderamento feminino) têm um valor importante ao agregar temas sociais nas tramas. Isso é bom. Por mais que Stargirl aborde assuntos relevantes da coletividade aqui e acolá, a essência do enredo é o clássico bem contra o mal.

A adolescente Courtney Whitmore (Brec Bassinger) é a heroína Stargirl. Ela tem o poder de manusear o Cajado Cósmico que pertencia ao Starman, integrante original da Sociedade da Justiça da América (SJA), que foi desfeita. Com a ajuda do padrasto Pat Dugan (Luke Wilson), o herói F.A.I.X.A. e ex-parceiro do Starman, a jovem lidera a fundação de uma nova SJA.

Esse grupo de heróis tem como inimigos a… Sociedade da Injustiça da América (SIA). Até no uso desse nome “super criativo” reforça a boa simplicidade da série. De um lado, uma turma de pessoas com poderes especiais se junta para fazer o mal apenas porque sim, de birra. Logo, precisa haver no outro corner quem impeça essa ação.

Didatismo

Por ser uma série leve, em comparação com outras de heróis, Stargirl facilita a vida do telespectador. Como parte do entretenimento relaxante, os personagens destrincham nos diálogos o que vão fazer a seguir (tipo: “Eu vou em tal lugar para ver se encontro Fulano“), assim como explicam as consequências de determinadas atitudes.

O público não precisa procurar sites de teorias e nem pesquisar no Google se um personagem morreu ou não. A própria trama deixa isso bem claro, sem margem para dúvidas conspiratórias.

Brec Bassinger ‘voa’ durante combate em Stargirl (Reprodução/The CW)

Lutas insanas

As lutas coreografadas de Stargirl são um ponto alto. A atração consegue explorar muito bem os poderes dos heróis e vilões, como a própria protagonista, que usa o Cajado Cósmico para voar e aplicar golpes acrobáticos. Tem o herói Homem-Hora (Cameron Gellman), com uma superforça capaz de quebrar paredes e afundar o chão. E a Pantera (Yvette Monreal), dona de uma agilidade felina.

O que ocorreu no sexto episódio da segunda temporada foi especial. Parecia uma cena de um videogame transportada para a série, com três confrontos acontecendo ao mesmo tempo. Stargirl, Homem-Hora e Pantera puderam gastar o melhor do arsenal de habilidades para derrotar os adversários.

Efeitos especiais de alto nível

A diferença é gritante entre os efeitos especiais de Stargirl e de outras séries da DC Comics (como Flash e Supergirl; que tem lá uma qualidade interessante). Acontece que com a heroína do Cajado Cósmico o investimento e a execução são de outro nível.

Os voos constantes de Stargirl estão na lista dos efeitos especiais de primeira linha. Assim como os (breves) movimentos do robô F.A.I.X.A., as sombras letais do vilão Penumbra (Jonathan Cake) e as manifestações trevosas do espírito Eclipso.

Eis o segredo do voo da Stargirl (Reprodução/Instagram)

Clima de cinema

Tudo isso somado ganha um toque de chef com o clima de cinema que a série propicia. Um desavisado que vê Stargirl na TV poderá, sem nenhuma culpa, confundir a atração com um filme arrasa-quarteirão de heróis.

Os detalhes técnicos, como o corte wide na tela e uma fotografia cinematográfica, levam o telespectador a adentrar nessa atmosfera do cinema. São coisas que podem parecer pequenas, mas agradam aos olhos e tornam a experiência da audiência ainda mais prazerosa.


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